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Dança · Sexta 4 e Sábado 5 de Maio de 2007
21h30 · Grande Auditório· Duração: 1h30

Para onde vai a luz quando se apaga?
De João Fiadeiro / RE.AL


© Patrícia Almeida / RE.AL 2006

Folha de Sala (pdf)

Classificação: M/12

“Eu nunca estive aqui, neste corpo. E se alguma vez estive, não me lembro. Aquilo que transporto, todos os dias, é uma “carcaça vazia”, que muito de vez em quando se enche com algum sentido quando alguém a olha. Esse olhar é que lhe dá vida e sem ele não existo. Ou melhor, existo em potência, na iminência de ser olhado, neste estado onde tudo pode acontecer e onde o mundo em tudo se pode tornar.”
joão fiadeiro
09-2005

Direcção artística e Coreografia João Fiadeiro
Conteúdos e Interpretação António Pedro Lopes, Cláudia Dias, Gustavo Sumpta, Márcia Lança, Lenaïg Le Touze
Espaço cénico e Conceito de iluminação Walter Lauterer
Composição e Desenho sonoro noid aka Arnold Haberl
Assistente de direcção artística Rita Natálio
Direcção técnica Mafalda Oliveira
Colaboração artística Marcelo Costa

Acompanhamento crítico Andrea Brandão, David-Alexandre Guéniot, Emil Hrvatin, Tiago Guedes, Marie Mignot, Paula Caspão, Virginie Thomas

Direcção de produção Sofia Campos
Produção executiva RE.AL
Co-produção Culturgest (Lisboa) / Festival Montpellier Danse 2007 (Montpellier) / Kunsten Festival des Arts (Bruxelas) / RE.AL (Lisboa)

Residência artística O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo)

Apoios Fundação Calouste Gulbenkian, Lusitânia – Companhia de Seguros, Forum Dança, Lisantigo, Atelier RE.AL

Agradecimentos Joana Hurtado Matheu, André Gonçalves, Adriana Sá, Ar.Co, Espaço do Urso e dos Anjos e Alkantara

Estagiários Helen Kaklea (Centre National de Danse Contemporaine, Angers) e John Romão (Escola Superior de Teatro e Cinema, Lisboa)

A RE.AL é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Instituto das Artes

Estreia absoluta, 4 e 5 de Maio de 2007, Culturgest, Lisboa.
Estreia na Bélgica, 12, 13, 14 e 15 de Maio de 2007, Kunsten Festival des Arts, Bruxelas.
Estreia em França, 29 e 30 de Junho de 2007, Festival Montpellier Danse, Montpellier.

 

“I have never been here in this body. And if I ever was, I do not remember. This body I carry around every day is an empty one. Every now and then it gets filled with meaning when someone looks at it. That look gives it life, and without it I do not exist. Or rather, I exist potentially, in the imminence to be looked at, in that state in which anything can happen and where the world can become anything.”
joão fiadeiro
09-2005

fiadeiro
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