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Performance Sonora · Quarta 12 e Quinta 13 de Novembro de 2008
19h30 e 20h30 · Sala 2 · Duração 25 min. · Duração 2h00

Blackout
De João Samões. No âmbito do Festival Temps d’Images.


© Ricardo Mendes
* Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.)

Nesta performance experimental de João Samões, dois intérpretes percorrem e exploram a superfície e as texturas dos ossos de um modelo anatómico de esqueleto humano através de pequenos microfones de contacto, enquanto um sonoplasta manipula e esculpe electronicamente o som em tempo real.
Blackout é uma obra híbrida sob a forma de performance sonora e refere-se a um trabalho que lida com concepções criativas que buscam integrar noções de som, tempo, espaço, imagem e movimento. Centra-se num objecto manipulado como gerador de som, ressonância e sentido, e num entendimento do corpo como uma inesperada montagem de símbolos e códigos. Esta performance sonora foi concebida em 2007 a partir de um fragmento da peça O Labirinto a Morte e o Público.

João Samões nasceu em Lisboa em 1970. Estudou Antropologia, improvisação e composição coreográfica em Lisboa e Nova Iorque.
Colaborou entre 1991 e 1996 como actor, performer e dramaturgo com a companhia de teatro Olho e o grupo de performance / instalação Canibalismo cósmico. Foi intérprete de dança e co-criador em trabalhos de Francisco Camacho (1997 e 1998) e Vera Mantero (2001 e 2002).
Em 2000, coreografou e interpretou o solo 18 Minutos (seria como fogo numa fogueira teria aquela atracção de algo a mover-se numa sala enquanto tu pensas noutra coisa qualquer). Em 2004 criou o dueto Zonas de ruidosa influência e em 2007 a peça O Labirinto a Morte e o Público e a performance sonora Blackout.

Concepção e espaço cénico João Samões
Design de som e processamento em tempo real Vítor Joaquim
Interpretação João Samões, João Galante
Vídeo João Dias, João Samões
Produção executiva casaBranca

Two performers explore the bone texture of a human skeleton via small contact microphones, the sound being electronically manipulated in real time. Blackout is a hybrid sound performance dealing with creative concepts involving sound, time, space, image and movement, the sound being generated by the handled object.
João Samões was born in 1970 in Lisbon. He studied anthropology, improvisation and choreography in Lisbon and New York.
He has been an actor, performer and playwright with the Olho theatre company and the Canibalismo performance /installation group.
In 2000, he created and performed the solo 18 MINUTES (it would be like a fire in a fireplace it has that attraction of something moving in a room while you think about something else). In 2004, he created the duet Zones of Noise Influence. In 2007, he premiered his latest creation The Labyrinth, Death and the Audience and the sound performance Blackout.

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