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Circo · Sexta 27, Sábado 28, Domingo 29, Segunda 30 de Junho e Terça 1 de Julho de 2008
21h30 · Grande Auditório· Duração 2h10

Le Cirque Invisible
De Victoria Chaplin e Jean-Baptiste Thierrée


Piste © Luigi M Cerati

Folha de Sala (pdf)

Classificação: M/6

Victoria Chaplin é a quarta filha de Oona e Charlie Chaplin. Estudou dança e música clássica. Em 1969 encontra-se com Jean-Baptiste Thierrée, filho de operários, aprendiz de tipógrafo, mais tarde actor. Juntos fundam, em 1971, o Cirque Bonjour, o primeiro exemplo do que veio a chamar-se “Novo Circo”.
Ao longo de trinta anos produziram apenas três espectáculos: o Cirque Bonjour, o Cirque imaginaire e, desde 1990, o Cirque invisible. Thierrée teria preferido ter feito só um, e aperfeiçoá-lo constantemente.

“O seu circo é invisível porque se limita ao círculo da pista, desenhado no palco. Estão sozinhos. Atrás das cortinas pretas, pessoas encarregues do guarda-roupa, dos acessórios e maquinistas estão numa roda-viva, porque tudo repousa na metamorfose, num movimento perpétuo das formas. A palavra-chave podia ser a magia, porque Thiérrée é um grande prestidigitador que faz surgir mil objectos, pássaros, ratos, coelhos […]. Mas esta prática da ilusão integra-se num conceito mais largo, um vasto jogo, burlesco e estético, com as regras que regem o mundo. As aparições de Jean-Baptiste movem-se num registo de fantasia cómica, mas nada aí se passa como na vida, as leis da atracção terrestre aí não funcionam. Até a proeza anunciada pode não acontecer, dando lugar a uma graça. As entradas em cena de Victoria, bailarina, equilibrista e escultora do seu corpo até às curvas extremas do contorcionista, criam universos plásticos em que compõe quadros fantásticos, frequentemente com formas de animais, jogando com objectos cujos aspecto e sentido são invertidos.”
Gilles Costaz
Les Echos

“[…] Este bestiário imaginário é de uma beleza de cortar a respiração. Mas não só: apela ao inconsciente, a medos e pesadelos escondidos, à alegria arrepiante de um esqueleto que tilinta, como Victoria faz a certa altura, tocando música sobre o seu corpo vestido de branco. Assim se estabelece, no talento de dois artistas, a união de dois seres e de dois mundos, em que cada um de nós encontra qualquer coisa em que se reconhece.”
Birigitte Salino
Le Monde

“[…] Não somos capazes, com as nossas pobres palavras, de vos dar uma ideia do que é este momento de graça que nos lava de toda a maldade do mundo e nos remete para o que de melhor palpita em cada um de nós, a infância.”
Armelle Herliot
Le Figaro

"A beleza e o encanto do Cirque Invisible não têm termo de comparação. Estamos perante uma peça única, tão deslumbrante como o Peter Pan ou a Alice no País das Marvilhas, peças únicas também."
João Carneiro
Expresso

 

Victoria Chaplin is the fourth daughter of Oona and Charlie Chaplin. She studied classical music and dance, and in 1969 met Jean-Baptiste Thierrée. Together they founded the Cirque Bonjour, the first so-called “new circus”. Over the years they have produced just three shows: Cirque Bonjour, Cirque imaginaire and since 1990 Cirque invisible.
They are alone in the arena. Behind black curtains there are wardrobe and props people, because everything relies on metamorphosis. Thiérrée performs tricks, but they are part of a vast burlesque game. Victoria bends and sculpts her body to create fantastic shapes and images. The show has received huge praise from the French media.

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