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Exposição · DE 7 DE FEVEREIRO A 10 DE MAIO DE 2009
Galeria 1

JCJ Vanderheyden
A Analogia do Olho
The Analogy of the Eye

vdh

 

Jornal da exposição (pdf)

 

Conversa com JCJ Vanderheyden
e Miguel Wandschneider

Sábado, 7 de Fevereiro, 16h30

 

Visitas guiadas por Miguel Wandschneider
Sábados, 21 de Fevereiro e 14 de Março, 17h00

 

Visitas guiadas
Domingos, 8 de Março, 5 de Abril e 10 de Maio, 16h00

 

Conversation with JCJ Vanderheyden
and Miguel Wandschneider

Saturday, 7 February, 4:30 pm

 

Guided tours by Miguel Wandschneider
Saturdays, 21 February, 14 March, 5 pm

 

Guided tours
Sundays, 8 March, 5 April, 10 May, 4 pm

 

Informações · Information
(+351) 21 790 51 55
culturgest@cgd.pt

 

Quem tenha visto a exposição de Roma Publications na Culturgest, em 2006, lembrar-se-á porventura de um conjunto de três serigrafias na última sala: três formas geométricas simples, monocromáticas (azul, vermelho e preto), sobre fundo branco. É uma obra recente do artista holandês JCJ Vanderheyden (Den Bosch, 1928), que recupera o vocabulário das suas pinturas abstractas de meados da década de 1960. Em 1967, e durante quase dez anos, o artista deixou de pintar para se dedicar à investigação dos fenómenos da luz, do tempo e do espaço, a experiências com o som e o vídeo, ou à construção de cabines para experienciar o tempo. Desde que retomou aquela prática, em 1976, as suas pinturas reincidem nos mesmos motivos (por exemplo, o horizonte do céu ou o xadrez) e reiteram as mesmas questões e preocupações: a intersecção entre a pintura e a fotografia, a analogia entre a câmara fotográfica e o olho humano, as relações recíprocas entre o microscópico e o macroscópico, ou entre o fragmento e a totalidade, para referir algumas. Nos últimos vinte e cinco anos, Vanderheyden realizou diversas exposições retrospectivas no seu país (Van Abbemuseum em Eindhoven, 1983; Boijmans Museum em Roterdão, 1990; e Stedelijk Museum em Amesterdão, 2001), mas permanece ainda pouco conhecido fora da Holanda (apesar da sua participação na Documenta de Kassel, em 1982). Esta é a primeira retrospectiva do seu trabalho fora do seu país.

 

Curadoria · Curator:
Miguel Wandschneider

 

Visitors to the Roma Publications exhibition at Culturgest, in 2006, will perhaps recall a set of three silk-screens in the last room: three simple geometrical forms, each one monochrome (blue, red and black), on a white background. This is a recent work by the Dutch artist JCJ Vanderheyden (Den Bosch, 1928), which returns to the vocabulary of his abstract paintings from the mid-1960s. In 1967, and for a period of almost ten years, the artist stopped painting to devote himself to research into the phenomena of light, time and space, experiments with sound and video, and the building of booths for experiencing time. Since his return to that practice in 1976, his paintings have touched upon recurrent motifs (for example, the skyline and the chess pattern) and have reiterated the same questions and concerns: the intersection between painting and photography, the analogy between the camera and the human eye, the reciprocal relationship between the microscopic and the macroscopic, or between the fragment and the whole, to mention just a few. Over the last twenty-five years, Vanderheyden has held various retrospective exhibitions in his own country (Van Abbemuseum in Eindhoven, 1983; Boijmans Museum in Rotterdam, 1990; and Stedelijk Museum in Amsterdam, 2001), but he still remains relatively unknown outside Holland (despite his participation in the Documenta at Kassel, in 1982). This is the first retrospective exhibition of his work outside his country.

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