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Alterações
Quatro ensaios sobre
artes nestes tempos
interessantes
Ciclo de conferências comissariado por António Pinto Ribeiro
destaque
© Pauliana Pimentel
CONFERÊNCIAS
QUARTAS-FEIRAS
5, 12, 19, 26 DE MAIO
Pequeno Auditório
18h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.
Mais info
5 de Maio (pdf)
12 de Maio (pdf)
19 de Maio (pdf)
26 de Maio (pdf)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
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Nas cosmogonias mais tradicionais, bem como em muitas histórias sociais, os tempos anteriores apareciam sempre descritos e moldados por uma aura positiva – às vezes mesmo designados como de ouro – comparativamente aos tempos presentes. George Steiner numa análise cultural de enorme sofisticação provou o contrário, em especial no que diz respeito ao confronto do século XIX com o século XX. O Editorialista Fareed Zakaria, por sua vez, numa análise fina mas sustentada em factos e números, afirma que o mundo nunca foi tão pacífico como na actualidade e nunca houve tanto progresso humano. E contudo, a percepção que temos do quotidiano ou a avaliação sistemática que as actuais obras de culto fazem do mundo actual tipificam-se num atlas de acontecimentos que se sucedem uns aos outros sem futuro e padecendo de amnésia colectiva. Será mesmo assim? Ou são os paradigmas em mutação que ainda não nos deixam ver e ler o que há para ver e ler? O que se passa em concreto nas práticas de cultura contemporânea, no urbanismo, na arquitectura, na literatura ou nas novas formas de empregabilidade como é o caso do trabalho invisível? O que se passa nos novos mundos?
António Pinto Ribeiro

 

5 de Maio
A difusão como um horizonte de possibilidades

António Pinto Ribeiro
Ex-director artístico da Culturgest, programador e ensaísta

 

12 de Maio
Experiência e insignificância

Helena Buescu
Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

 

19 de Maio
Sobre-determinação da proposta de Holl para o Museu de arte contemporânea de Helsínquia

João Figueira
Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa

 

26 de Maio
Trabalho manual e trabalho intelectual: precariedade, dignidade e reconhecimento social

Luisa Veloso
Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa

In traditional cosmogonies and many social histories, the past was seen in a positive light – often called a golden age – compared to the present day. George Steiner has shown that to be a fallacy, especially when comparing the 19th and 20th centuries. Fareed Zakaria’s studies suggest that the world has never been as peaceful and progressive as it is now. However, our day-to-day image is of a world that is suffering from collective amnesia, with no future in sight. Is it really so? Or are paradigms changing, meaning that we cannot see and read what is before our eyes? What is happening in contemporary culture, urban growth, architecture, literature and new forms of employment? What is happening in our new worlds?
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