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Fala da criada dos Noailles
que no fim de contas vamos descobrir chamar-se também Séverine numa noite do Inverno de 1975, em Hyères
Uma paródia inconsequente de Jorge Silva Melo
Um espectáculo dos Artistas Unidos
Integrado no Festival de Almada
destaque
Elsa Galvão © Jorge Gonçalves
TEATRO
SEX 16, SÁB 17, DOM 18
DE JULHO
Grande Auditório
21h30 (dias 16 e 17), 17h00 (dia 18) · Duração: 1h00 · M16
12 Euros · Jovens até aos 30 anos: 5 Euros

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Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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Os Artistas Unidos são uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes
apoio
De Jorge Silva Melo
Com Elsa Galvão, Vânia Rodrigues, Pedro Lamas, Pedro Mendes, António Simão, David Granada, Diogo Garcia, Estevão Antunes, Inês Cunha, Jessica Anne, Joana Barros, Joana Sapinho, João de Brito, João Delgado, Marta Borges, Miguel Aguiar, Raquel Leão, Ricardo Batista, Rúdi Fernandes, Sara Moura, Sérgio Conceição, Susana Oliveira e Tiago Nogueira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistente Pedro Lamas (com o apoio de Andreia Bento)
Encenação Jorge Silva Melo
Co-produção Artistas Unidos / Culturgest / Festival de Almada

Estreia Culturgest (Grande Auditório) a 16 de Julho
Espectáculos 16, 17 de Julho às 21h30 e 18 Julho às 17h00

E no TECA (Porto) de 16 a 19 de Setembro
Espectáculos 16, 17, 18 de Setembro às 21h30 e 19 de Setembro às 16h00

Uma eterna criada evoca as ricas horas dos mecenas, os bailes loucos, a arte livre, o amor livre, o financiamento de L’Âge d’Or de Luis Buñuel, tudo na altura em que se anuncia a vinda do realizador espanhol ao palacete de Hyères onde ainda vive o Conde de Noailles, mecenas que foi dos surrealistas: estamos a meio dos anos 70 e os anos loucos já se foram, com as jóias da família. Muito livremente inspirado em O Meu Último Suspiro de Buñuel – e nas botinas do seu Diário de Uma Criada de Quarto, é claro. E Séverine era a Belle de Jour do romance de Joseph Kessel de que Buñuel e Oliveira se apropriaram, maliciosos.
Um texto de Jorge Silva Melo para a actriz Elsa Galvão que foi lido na Fundação Gulbenkian, editado pelos Livros Cotovia e é agora representado.

A chambermaid recalls the happy days of the patrons, wild dances and free art and love, and the financing of Luis Buñuel’s Âge d’Or, upon the announcement of Buñuel’s arrival at Hyères palace, the home of the Count of Noailles – the arts patron of the surrealists. It is 1975 and the wild years are long gone, along with the family jewels. Freely inspired by Buñuel’s My Last Breath – and of course the boots from his Diary of a Chambermaid. Séverine was the Belle de Jour of Joseph Kessel’s novel, of which Buñuel and Oliveira took such malicious advantage.
Written by Jorge Silva Melo for the actress Elsa Galvão, it was first read at the Gulbenkian Foundation and now reaches the stage.
© 2010 Culturgest