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Som Alvo
Ciclo Vinte e sete sentidos
Organização: Granular
destaque
INSTALAÇÃO PERFORMANCE
QUA 12 DE OUTUBRO
Sala 2
18h30 · Duração aprox. 40 min.
3,5€ (preço único)
M12
Mais info
Folha de sala (pdf)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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Granular é uma estrutura financiada pela Secretaria de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes

apoio
Field recordings, teclados, percussão e sopros, laptop e controladores, projecção vídeo Nuno Morão

Som Alvo é uma estória auditiva e visual dos últimos anos, na perspectiva pessoal e subjectiva do autor. Recorre a gravações-de-campo (e de-cidade), posteriormente triadas e editadas e, nesta ocasião, com a companhia de instrumentos e de manipulação em tempo real, procede à construção sonora de um rol de paisagens e ambientes. Os ouvintes e observadores (projecção de imagens fixas e em movimento) serão convidados à imersão e ao confronto de realidades acústicas dissimilares, ou à surpresa de emparelhamentos improváveis. Vales amplos, montanhas íngremes, cidades conturbadas, micro-sons velados. Luz branca.

 

Nuno Morão estuda composição, órgão de tubos, piano, bateria, percussão variada e uma panóplia de instrumentos de plástico. Pratica a improvisação. Trabalha como músico, compositor e sonoplasta (música original e desenhos de som para teatro, dança, performance, instalação, cinema, web, audiolivros e novos media), e também como operador, director, montador e misturador de som (desenho, captação, edição, montagem e mistura de som para cinema documental e de ficção). Foi aluno no IGL, FLUL, UA, ESML e UE. Co-fundou o Teatro NÃO e iniciou o projecto UR (com André Sier). Foi director técnico do Escrita na Paisagem. É colaborador do PARQUE (Ricardo Jacinto). Membro do Ensemble JER desde 2001. Actua em vários projectos de música espontânea, improvisada e jazz. Passeia, recolhe e fotografa.

 

 

Sobre o ciclo

No seu poema An Anna Blume, Kurt Schwitters referiu-se em 1919 aos “vinte e sete sentidos” da sensorialidade – se tal pareceu então o delírio de um visionário, é finalmente uma realidade neste tempo de derrube das fronteiras entre as artes.

Já não há nichos criativos, apenas diferentes campos de acção artística que cada vez mais se encontram e se entrecruzam.

Integrando os mundos do som, da imagem e/ou do movimento, e adoptando em simultâneo os formatos de instalação e de performance, a série “Vinte e sete sentidos” abre as portas da percepção e da sinestesia.

Som Alvo is an auditory and visual story of recent times, seen from the author’s personal point of view. Based on outdoor (and urban) recordings, which are later sorted and edited, joined by instruments and manipulated in real time, it uses sound to construct landscapes and environments. Confronted by fixed and moving images, listeners and observers are immersed in dissimilar acoustic realities or surprised by unlikely combinations.
Nuno Morão studies composition, pipe organ, piano, drums, percussion and a wide range of plastic instruments, working as a musician, composer and sound engineer.
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