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EXPOSIÇÃO
Jef Geys
As Sombras de Lisboa
The Shadows of Lisbon
DE 16 DE JUNHO
A 9 DE SETEMBRO
Galeria 1
2€
Visitas guiadas
por Miguel Wandschneider

Sábado, 1 de setembro, 17h

Jornal da exposição (pdf)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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Página do livro
Todas as fotografias a preto e branco até 1998
Curadoria Miguel Wandschneider

Artista de referência máxima no seu país, figura de culto em círculos seletos do mundo da arte internacional, Jef Geys (Leopoldsburg, Bélgica, 1934) participou na Bienal de São Paulo em 1991, na Documenta de Kassel em 2002 e na Bienal de Veneza em 2009, aqui como representante da Bélgica. Não obstante, ele continua a ser um artista pouco e mal conhecido internacionalmente. Para isso contribui, em primeiro lugar, o seu trabalho extremamente idiossincrático, impossível de enquadrar pelas sucessivas conjunturas artísticas, mas também o modo como, desde o início da sua carreira no final da década de 1950, ele construiu uma posição de radical independência e liberdade em relação às forças do mundo da arte (mercado e sistema institucional) e às regras do jogo instituídas nesse contexto. A sua produção artística é inseparável das suas múltiplas atividades enquanto indivíduo na sociedade, por outras palavras, é indissociável das dimensões comuns da sua vida e da realidade envolvente. Esta exposição arrisca a apresentação do trabalho de um artista desconhecido em Portugal através de um novo projeto. Num volumoso livro de quinhentas páginas intitulado Todas as fotografias a preto e branco até 1998, Jef Geys compilou essas imagens organizadas em provas de contacto – uma prova de contacto por cada página do livro –, um valioso arquivo de documentação sobre o seu trabalho artístico, sobre a sua vida e sobre o modo como aquele e esta se entrelaçam. As duas últimas provas de contacto reproduzidas no livro correspondem a fotografias tiradas por Jef Geys em Lisboa, em 1998. O projeto por ele agora proposto toma como material de base as trinta e seis fotografias reunidas na última prova de contacto.

 

A leading artist in his own country and a cult figure in select circles of the international art world, Jef Geys (Leopoldsburg, Belgium, 1934) participated in the São Paulo Biennial in 1991, in the Kassel Documenta in 2002 and the Venice Biennale in 2009, in this latter case representing Belgium. Nonetheless, he remains an artist who is little known internationally. This situation can be explained, firstly, by his is extremely idiosyncratic work, impossible to fit into successive artistic circumstances, but also by the way in which, right from the launch of his career at the end of the 1950s, he began building a position of radical independence and freedom in relation to the forces of the art world (the market and the institutional system) and the rules of the game established within this context. This exhibition boldly presents the work of an artist who is unknown in Portugal in the form of a new project.

Carbonozero
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