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DANÇA / PERFORMANCE / CINEMA
LabOfilm&1: O Lamento
da Branca de Neve
de Olga Mesa Espetáculo integrado no Festival Temps d’Images
destaque
© Susana Paiva
SEX 9, SÁB 10
DE NOVEMBRO
Palco do Grande Auditório
21h30 · Duração: 1h15
18€ · Até aos 30 anos: 5€
M12
Na sexta-feira 9 de novembro, a seguir ao espetáculo, haverá uma conversa com os artistas na Sala 1.

Folha de sala (pdf)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
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A Cie. Olga Mesa / Association Hors Champ – Fuera de Campo é subsidiada por Ministère da la Culture et de la Communication / DRAC Alsace (Fr), Conseil Régional d’Alsace (Fr) / La Ville de Strasbourg (Fr).

re al
Conceção, direção e coreografia Olga Mesa
Assistente de direção, vídeo e documentação
Marta Rodriguez
Corpos operadores Sara Vaz e Olga Mesa Criação sonora Jonathan Merlin Dramaturgia e espacialização de textos Francisco Ruiz de Infante Textos Robert Walser e Olga Mesa Criação de luz Christophe Renaud Direção técnica Ludovic Rivière Colaboração vestuário Pierre Boileau Fotografia Susana Paiva / Pierre Mercier Administração (Fr) Natalie Ehsan-Ziah Produção Cie. Olga Mesa / Hors Champ – Fuera de Campo (Fr-Es), Off Limits, Madrid (Es) Coprodução FRAC Alsace, Sélestat (Fr), Festival Citemor, Montemor-O-Velho (Pt), Pôle Sud – Scène Conventionnée pour la danse et la musique, Estrasburgo (Fr), Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura (Pt), MNCARS – Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid (Es) Apoios Ayudas a la Creación Contemporánea Matadero, Madrid 2009 (Es), AECID – Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (Es), INAEM – Instituto Nacional de las Artes Escénicas y de la Música (Es), ACA – Agence Culturelle d’Alsace (Fr)
Residência Artística Atelier RE.AL

LabOfilm&1: O Lamento da Branca de Neve é um projeto que questiona, aprofunda e estabelece vínculos entre a poética da linguagem cinematográfica e o ato coreográfico. Olga Mesa parte desta relação para depurar a sua escrita artística: a coreografia e a mecânica da sensação, o fora de campo, a dupla / visão, a câmara cega, o corpo abandonado, os textos para (não) serem escutados.

 

Com O Lamento da Branca de Neve quero conhecer a matéria real dos sonhos; quero construir um sonho. Quero perder-me através de um espelho (não) visível onde o espectador se possa ver refletido; que possa sentir o seu próprio tempo e ter a sua visão. Quero que possa recordar que todos somos vítimas e carrascos, seres humanos perdidos, frágeis, abandonados, mas também capazes de matar. Porque a qualquer um de nós, como à Branca de Neve de Walser, podem perguntar-nos: “Pensas que te queria matar?”. Com este lamento quero que sejam visíveis, desde longe, os diferentes planos narrativos da Branca de Neve; a que se desperta com a memória da guerra e da infância dizendo: “mais do que ver, prefiro escutar”.
Olga Mesa

LabOfilm&1: Snow White’s Lament questions and establishes links between the poetics of film language and choreography. Olga Mesa uses this relationship to create a most original language that constructs fragments of highly destabilised fiction. She will use Snow White’s Lament to discover the real substance of dreams, to lose herself in an (in)visible mirror in which spectators see themselves reflected, able to feel their own time and have their own vision.
Carbonozero
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