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TEATRO
PANOS
palcos novos palavras novas
destaque
Filhos de Assassinos, Sexta Insónia – Grupo de Expressão Dramática do Agrupamento de Escolas Eng. Nuno Mergulhão (Portimão) · Panos 2011
SEX 18, SÁB 19, DOM 20
DE MAIO
Pequeno Auditório
e Palco do Grande Auditório
2,5€ (preço único)
M12
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
Mais opiniões sobre Culturgest.
Os Avôs de Rory Mullarkey
Liceu Hölderlin de Pedro Mexia
Septeto Fatal de Alex Cassal

Com os PANOS, a Culturgest junta a nova dramaturgia ao teatro escolar / juvenil. Esta é a sétima edição, e mais de trinta grupos de todo o país encenam uma das três peças oferecidas (escritas de propósito para serem representadas por adolescentes): dois originais em português e um texto traduzido do Connections 2012, programa do National Theatre de Londres em que os PANOS se inspiram.

Tanto em Portugal (recentemente) como no Reino Unido (há 50 anos) acabou o serviço militar obrigatório, mas continua a haver adolescentes por todo o mundo a serem mobilizados para as forças armadas. Os Avôs de Rory Mullarkey (com tradução de Ana Mendes) acompanha oito jovens recrutas no treino que os transforma em máquinas de guerra: os momentos em que tiveram de ser capazes de apunhalar um saco de areia, em que tiveram de reagir à incursão de um pássaro ferido no seu território e em que aprenderam a ignorar o escuro.

Em Liceu Hölderlin de Pedro Mexia, olha-se para o Romantismo enquanto juventude literária e para a juventude enquanto Romantismo etário. Fred está apaixonado por Sofia, que tem um namorado. Fred está desesperado e confiante, e aperfeiçoa um entendimento do mundo à sua circunstância. Num enredo liceal normal, com tédio, conquistas, perguntas e amores não correspondidos, as personagens têm os nomes próprios dos escritores românticos alemães, e os textos destes insinuam-se por vezes nas falas dos adolescentes.

Velocistas, telepatas, alienígenas, viajantes do tempo, camaleões-humanos, miúdos longevos. Os seus corpos transformam-se da noite para o dia. Falam uma língua incompreensível. Parecem ter vindo de outro planeta. São mais fortes, inteligentes, hábeis, intrépidos. Têm apetites vorazes. Mal controlam as suas capacidades. São adolescentes com superpoderes: formam o Septeto Fatal, peça do autor brasileiro Alex Cassal. Um grupo de heróis relutantes, divididos entre ameaças apocalípticas e os exames de fim de ano.

Em novembro passado realizou-se um workshop onde os encenadores dos grupos, os autores e um encenador convidado por cada texto discutiram as três peças. Este ano os encenadores-orientadores foram Anthony Banks (para Os Avôs), Diogo Dória (para Liceu Hölderlin) e Tiago Rodrigues (para Septeto Fatal). As estreias decorreram até ao fim de abril. Agora, neste festival anual, mostramos dois espetáculos de cada peça e publicamos um livro com os textos. Em breve abrem as inscrições para a oitava edição...

 

 

Programa

 

Sexta 18 de maio
18h30 Pequeno Auditório
Liceu Hölderlin Clube de Teatro Eça de Queirós da ES Eça de Queirós (Lisboa)

 

21h30 Palco do Grande Auditório
Os Avôs Sexta Insónia do Agrupamento de Escolas Eng.º Nuno Mergulhão (Portimão)

Sábado 19 de maio
16h Sala 2
Pano para mangas – conversa com os autores e os grupos

 

18h30 Pequeno Auditório
Septeto Fatal TASE, Teatro de Animação de Santa Eufémia (Leiria)

 

21h30 Palco do Grande Auditório
Os Avôs Na Xina Lua da ES Tondela

Domingo 20 de maio
16h Pequeno Auditório
Septeto Fatal AN!MAL, Círculo Cultural Scalabitano (Santarém)

 

18h30 Palco do Grande Auditório
Liceu Hölderlin (En)Cena da ES/3 de Serpa

PANOS commissions and translates new plays for young people, inspired by the National Theatre of London’s Connections project. Now in its seventh year, a selection from over 30 shows produced all across the country by school and youth theatre groups will be presented in a festival at Culturgest.

Rory Mullarkey’s play follows eight young recruits in the course of the training that transforms them into war machines; at the high school described by Pedro Mexia, Romanticism is regarded as literary youthfulness while youth is regarded as the age of Romanticism; and Alex Cassal presents us with a group of adolescents with superpowers, reluctant heroes caught between apocalyptic threats and their end-of-year exams.

Carbonozero
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