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TEATRO
Sou o Vento
de Jon Fosse. Um espetáculo de Diogo Dória e Manuel Wiborg.
destaque
© Folha (pormenor)
DE QUI 30 DE MAIO
A DOM 2 DE JUNHO
Palco do Grande Auditório
21h30 (dom às 17h)
Duração aprox. 55 min.
12€ · Até aos 30 anos: 5€
M16
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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apoio

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Texto Jon Fosse (Eg er vinden, 2007) Tradutor Pedro Porto Fernandes Atores e encenadores Diogo Dória, Manuel Wiborg
Cenografia João Queiroz, Elsa Bruxelas Luz Jorge Ribeiro
Produção
Manuel Wiborg Coprodução Manuel Wiborg, Culturgest
Agradecimentos Jorge Silva Melo, Pedro Porto Fernandes, Nuno Colaço, Filipa Camacho (assistência à cenografia/carpintaria)
Apoios
Embaixada da Noruega, Robbialac

Duas pessoas num barco, em alto mar: Um e o Outro. Fazem um piquenique, com o oceano como cenário, e partilham sentimentos. Um fala de tristeza e do medo de cometer suicídio. E depois mata-se. Ou será que já estava morto? O Outro tenta sobreviver à deriva nas ondas tempestuosas, mas as conversas entre os dois parecem ser entre fantasmas. Ou são mesmo? Talvez sejam apenas formas de existência, sem passado nem futuro, numa irrealidade qualquer...

Na teia da obra de Jon Fosse este texto (publicado nos Livrinhos do Teatro e já apresentado em Portugal numa encenação de Patrice Chéreau) transpõe uma nova fronteira. Onde estamos? A alegoria do mar, a beleza e o pavor do mar. Eros e Thanatos. A magia polémica do mais minimal texto de Jon Fosse. As suas obras foram traduzidas para mais de quarenta idiomas. É amplamente considerado um dos maiores dramaturgos contemporâneos.

 

 

UM

Tinha muito medo daquilo

E por isso fiz aquilo

Eu sabia que havia de fazer aquilo

Pausa curta

Era pesado demais

Pausa bastante curta

E o mar era leve demais

E o vento soprava forte

Jon Fosse, Sou o Vento

 

Este espetáculo junta em palco pela primeira vez dois grandes atores de teatro e cinema que têm também um percurso singular enquanto encenadores. Diogo Dória tem trabalhado autores como Beckett, Sarraute ou Pinget; Manuel Wiborg criou espetáculos a partir de textos de Bret Easton Ellis, Ruy Duarte de Carvalho e Anthony Burgess, entre outros.

Two people in a boat, on the open sea: One and The Other. One talks of sadness and the fear of committing suicide. And then he kills himself. Or was he already dead? The Other is adrift and trying to survive, but their conversations make them seem like two ghosts talking. Where are we? The allegory of the sea, the beauty and the dread of the sea. The controversial magic of I Am The Wind, the most minimalistic text by Jon Fosse, one of the world’s greatest contemporary dramatists. Appearing together on stage for the first time are two great actors from the theatre and cinema who have also followed their own singular paths as directors.
Carbonozero
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