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TEATRO
HEROIN
HEROÍNA de THEATREclub
Festival de Almada
destaque
© Barbara Cieslar (pormenor)
TER 16, QUA 17, QUI 18
DE JULHO
Palco do Grande Auditório
21h30 · Duração: 1h30
14€ · Até aos 30 anos: 5€
M16
Em inglês com legendas
em português

Folha de sala (pdf)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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apoio

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Encenação Grace Dyas Com Barry O’Connor, Gerard Kelly e Lauren Larkin Cenografia Doireann Coady Luz Eoin Winning Figurinos Emma Fraser Produtor Shane Byrne Diretor de cena Tom Mullan Colaboração Equipa de Droga da Comunidade do Rialto, Graham Ryall, Rachel Keogh e o seu livro Dying To Survive, Tony May, Conor Cillian Madden e Ryan O’Connor
Apoio Programa CREATE, The Arts Council of Ireland, Dublin City Council
Estreia 11 de setembro de 2010, Dublin Fringe Festival

HEROIN é a história que nunca vos contaram sobre a nova república, a pessoa que nunca viram, o que construíram e depois deitaram abaixo. É aquela grande, aquela má, aquela que nunca pensaram experimentar.

HEROIN é um espetáculo radical sobre como viemos aqui parar, e quanto nos importamos. É tudo aquilo que alguma vez nos aconteceu, as palavras nunca ditas e a chapada que nos deram aqueles em quem votámos. Esta peça de Grace Dyas para a jovem e premiada companhia THEATREclub é uma explosão da história social da heroína na Irlanda ao longo dos últimos quarenta anos.

 

Antes de começar o processo de criação de HEROIN, levei a cabo um enorme projecto de pesquisa e desenvolvimento. (…) Decidi fazê-lo antes de qualquer tentativa de trabalhar o espectáculo, porque estava aterrorizada. O assunto era enorme, e parecia enorme. (…)

Comecei a criar uma peça com o Grupo de Homens da Equipa de Droga da Comunidade do Rialto. Eles queriam fazer uma peça sobre a linguagem de rua. Como esconder o que estás a dizer. Fizemos um acordo. Se eu os ajudasse com a peça deles, eles ajudavam-me com a minha.

Grace Dyas

 

A força da peça reside na eficácia com que transmite a realidade da dependência: a futilidade cíclica, quase inevitável que acompanha a vida em certas partes de Dublin.

Laurence Mackin, The Irish Times

HEROIN is the story you were never told about the new republic, of the person you never saw, of what you built and then demolished. It’s the big one, the bad one, the one you never thought you’d try.

HEROIN is a radical staging of how we got here, and how much we care. It’s everything that ever happened to us, the words that were never spoken and how the ones we voted for kicked us in the teeth. Grace Dyas’s play is an explosion of the social history of heroin in Ireland over the last forty years.

Carbonozero
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