Loading
arquivo > 2015 > 2014 > 2013 > 2012 > 2011 > 2010 > 2009 > 2008 > 2007
DANÇA
Twin Paradox
de Mathilde Monnier
destaque
© Marc CoudraisVER IMAGEM
SEX 18, SÁB 19 DE OUTUBRO
Grande Auditório
21h30 · Duração: 1h15
14€ · Até aos 30 anos: 5€
M12
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
Mais opiniões sobre Culturgest.
apoio
Coreografia Mathilde Monnier Música Luc Ferrari Cenografia e assistência artística Annie Tolleter Luzes Éric Wurtz Realização sonora Olivier Renouf Figurinos Laurence Alquier Interpretação Cédric Andrieux, Marion Ballester, Julia Cima, Sonia Darbois, Guillaume Guilherme, Alma Palacios, Thibault Lac, I-Fang Lin, Felix Mathias Ott, Jonathan Pranlas

“Dançar apesar de tudo, dançar no fim de tudo” poderia ser o mote de Twin Paradox, em que Mathilde Monnier se inspira nas maratonas de dança que surgiram nos Estados Unidos nos anos 20.

 

“ (...) Nesta peça, interessa-me abordar este fenómeno não pelo que representa historicamente mas pelo tratamento da duração, como um desejo de dançar sem parar até ao ponto em que a dança cria o seu próprio mundo e insiste em si mesma, e então desenvolve uma dramaturgia própria da duração (difração, repetição, círculo) que escapa ao tempo da realidade. Neste material o que está sempre a aparecer é a dança a dois, o duo, que é a figura recorrente deste trabalho. Aqui, trata-se de reinventar os amantes como uma primeira forma de comunidade, ao lado da grande comunidade humana. O par, portanto, o duo, que se abraça para se aguentar, para avançar, para representar, para sobreviver, mas também o par que se transforma, que se entreajuda, que dança. O par como primeira entidade da dança, como primeiro acorde rítmico (...).”

Mathilde Monnier

For this work, Mathilde Monnier sought her inspiration in the American dance marathons of the 1920s. As she says, her approach to this phenomenon is based not on what it represents historically, but on seeing how dance creates its own world, developing a dramatic art of duration that escapes the time of reality. The duo is the recurrent figure in this work, which reinvents lovers as a first form of community, side by side with the great human community. The partners hold on to each other to advance, to represent and to survive, but they also transform themselves, help each other and dance.
Carbonozero
© 2013 Culturgest