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DANÇA
Os Olhos de Gulay Cabbar
de Olga Roriz
destaque
© Marina Vieira da Silva (pormenor)VER IMAGEM
SEX 12, SÁB 13, DOM 14
DE DEZEMBRO
Garagem da Culturgest
21h30 (dom 17h) · Dur. 50 min.
12€ · Até aos 30 anos: 5€
M12
olgaroriz.com

Folha de sala (pdf)

Em virtude da bailarina e coreógrafa Olga Roriz estar a recuperar de uma lesão, será substituída neste espetáculo pela bailarina Marta Lobato de Faria.
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
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Direção, texto e voz off Olga Roriz Interpretação Marta Lobato Faria
Paisagem sonora António Viegas Cenografia Paulo Reis, Olga Roriz
Figurino
Mariana Sá Nogueira Desenho de luz Clemente Cuba
Assistente de ensaios e dramaturgia
Paulo Reis
Assistente de cenografia e figurinos
Maria Ribeiro
Direção técnica
Daniel Varela Imagens de arquivo SIC Seleção de imagens e alinhamento Olga Roriz, Paulo Reis Edição José Bruno Parrinha – SIC
A Companhia Olga Roriz é apoiada pelo Governo de Portugal, Secretário de Estado da Cultura, Direção-Geral das Artes.

O solo Os Olhos de Gulay Cabbar teve estreia absoluta no Festival Citemor, em julho de 2000.

Esta apresentação na Culturgest antecede a comemoração dos 40 anos de carreira de Olga Roriz e 20 anos de atividade da Companhia Olga Roriz, que se celebram em 2015, ano em que serão repostas, em várias salas de espetáculo de Lisboa, algumas das suas obras emblemáticas.

 

 

...Se eu ao menos pudesse calar-me como se fosse o próprio silêncio. Como se o silêncio soubesse mais do que eu. Não! Preferia morrer de tédio...

Quero silêncio! A distância... As saudades... Já esqueceste?

Tudo me dói e há tanto tempo. Um monte de dores. Uma lixeira...

...Amo-te... Amo-te desde que te vi pela primeira vez. Não pude evitar. O amor nasce assim. Às vezes, só num olhar. Não se pode resistir à felicidade...

...A mim, nunca me contaram nada. Por isso, eu calei-me. Calei-me até sentir essa pancada na nuca que me fez vomitar...

...Nem um vislumbre de idealismo. Partilhar já não serve de nada. Vocês, são-me completamente indiferentes!...

...Estamos a morrer, não estamos? Mas se temos de morrer, que seja depressa!...

Olga Roriz, 2000

The solo performance entitled Os Olhos de Gulay Cabbar was premièred at the Citemor Festival, in July 2000.

This new performance at Culturgest will anticipate the commemorations of Olga Roriz' 40-year career and the 20th anniversary of the activity of the Companhia Olga Roriz, which is due to be celebrated in 2015, when some of her most emblematic works will once again be performed at various Lisbon theatres.

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