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EXPOSIÇÃO
Carlos Nogueira
Da natureza das coisas tudo acaba
On the nature of things all comes to an end
DE 4 DE OUTUBRO
A 27 DE DEZEMBRO
Inauguração:
Sábado, 4 de Outubro, 15h
Culturgest Porto
Entrada gratuita
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Curadoria Miguel Wandschneider
O percurso de Carlos Nogueira (Moçambique, 1947) desenvolveu-se, desde meados da década de 1970, num processo de constante mudança e renovação, mas sem sobressaltos nem descontinuidades, utilizando e por vezes combinando diferentes meios de expressão, desde a performance e a instalação, até ao desenho e à pintura, passando pela escultura. Subjacente ao seu trabalho esteve sempre a busca de uma totalidade em que o sensível e o inteligível, o visível e o invisível, a efemeridade e a permanência, o sagrado (a transcendência) e o profano (o comum e o quotidiano) se conjugam e interrelacionam. Dois anos depois de uma muito extensa retrospetiva do seu trabalho no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Carlos Nogueira apresenta uma nova obra, uma obra reflexiva que recobre e sintetiza o vocabulário, a gramática e a poética do seu trabalho de quarenta anos, e que se materializa como um repositório de objetos (materiais e formas) que foram habitando a casa ou o ateliê do artista.
Since the mid-1970s, the artistic practice of Carlos Nogueira (Mozambique, 1947) has undergone a process of constant change and renewal, but without any breaks or discontinuities, using and sometimes combining different means of expression, from performance to installation, from drawing to painting, and increasingly sculpture. Forever underlying his work has been the search for a completeness in which the sensitive and the intelligible, the visible and the invisible, the ephemeral and the permanent, the sacred (transcendence) and the profane (the common and the everyday) become joined together and interrelate with one another. Two years after a fairly comprehensive retrospective at the Calouste Gulbenkian Foundation's Modern Art Centre, Carlos Nogueira presents us with his new piece, one which revisits and synthesises the vocabulary, grammar and poetry of his forty-year work, and which is materialised as a repository of objects (materials and forms) that have inhabited the artist's house or studio.
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