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EXPOSIÇÃO
A doce e ácida incisão
A Gravura em contexto (1956-2004)
DE 18 DE MAIO
A 29 DE JUNHO
Inauguração:
Sábado, 17 de maio, 16h
Museu Grão Vasco
Paço dos Três Escalões,
Adro da Sé · 3500-195 Viseu
Tel. 232 422 049
3ª feira: 14h-17h30
4ª feira a domingo: 10h-17h30
Encerra à 2ª feira
Entrada gratuita nas
exposições temporárias
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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Bartolomeu Cid dos Santos. O Tamisa em Chelsea, 1958
Curadoria David Santos e Delfim Sardo

De maio a dezembro de 2014 irá itinerar pelo Museu Grão Vasco (Viseu), Museu do Coa e Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, a exposição consagrada à atividade da Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses (Gravura), inicialmente apresentada no Museu do Neo-Realismo, em 2013.

Fundada em 1956, a Gravura correspondeu à ambição de democratização das práticas artísticas através da difusão de obras gravadas, simbolicamente a simbiose entre a artesania da prática artística e a produção de múltiplos que transportassem a arte para públicos mais amplos. Inicialmente muito ligada ao movimento neorrealista, a Gravura cruzou o seu caminho com a Seara Nova, mas também com os experimentalismos da década de 1970, mantendo uma intensa atividade de produção, formação e exposição.

A exposição apresenta um conjunto de 60 gravuras que incluem obras dos mais relevantes artistas portugueses da segunda metade do século XX, fazendo assim um percurso pelas várias tipologias, estratégias e metamorfoses do uso da gravura e pela história da arte contemporânea nacional.

Por ocasião desta itinerância é reeditado o catálogo no qual se encontram reproduzidas as obras em exposição, bem como uma secção raisonné de todas as gravuras distribuídas aos sócios entre 1956 e 2004.

From May to December 2014, the exhibition devoted to the activity of the Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses (Gravura), first presented at the Museu do Neo-Realismo in 2013, will be travelling to the Museu Grão Vasco (Viseu), the Museu do Coa and the Círculo de Artes Plásticas de Coimbra.

Gravura was founded in 1956 as part of the wish to make art more democratic through the publication of engravings, symbolically representing the symbiosis between the craftsmanship of artistic practice and the production of multiple copies that could bring art to wider audiences. Initially linked to the Neo-Realist movement, Gravura crossed paths with Seara Nova, but also with the experimentalism of the 1970s, while continuing its busy activity of production, training and exhibition.

The 60 pieces chosen for display include works by some of the most important Portuguese artists from the second half of the 20th century, showing us the various typologies, strategies and changes occurring in the use of engraving.

© 2014 Culturgest