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TEATRO
Eurovision (2005)
de Pedro Zegre Penim
destaque
© Ângelo Fernandes (pormenor)VER IMAGEM
SÁB 14, DOM 15
DE FEVEREIRO
Palco do Grande Auditório
19h (sáb), 17h (dom) · Dur.: 1h
12€ · Até aos 30 anos: 5€
M12
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
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Texto Pedro Zegre Penim Interpretação e criação Pedro Zegre Penim, André e. Teodósio Desenho de luz Daniel Worm d'Assumpção Produção Elisabete Fragoso Versão inicial construída com a colaboração de Rogério Nuno Costa e Martim Pedroso Coprodução Teatro Praga, ZDB, Transforma AC
Estreia 22 de novembro de 2005, Transforma AC (Torres Vedras)

Um objeto tremendo como a Europa e pequeno como um guilty pleasure.

As fronteiras estão finalmente abertas, a partir d'O Velho Continente tenta-se a construção de uma narrativa, uma extravagância multilingue, um concurso longo, colorido e viciado.

Eurovision já viajou por quase todo o país, para além de ter sido apresentado no Reino Unido, França, Eslovénia, Hungria e Eslováquia.

Pedro Zegre Penim

 

A Europa começa com o nascimento das suas línguas vulgares, e com a reação, amiúde alarmada, perante a irrupção dessas línguas começa a cultura crítica da Europa. (…) Sofrendo os efeitos da fragmentação, a Europa tenta dar-lhes remédio: olha para trás, (...) olha para diante, visando construir uma língua da razão que tivesse a perfeição da língua de Adão.

Umberto Eco

 

Para escrever um livro, precisamos de uma língua. Não tenho língua. A necessidade de abrir uma imagem a uma língua. Saliva que prepara o orgânico para o linguístico. Saliva que dissolve os traços da solidão...

Yael Davids e Snejanka Mihaylova

 

Politicamente só há europas. O lugar do poder nunca está vazio. Ora a Europa, politicamente falando, é esse lugar sem poder dentro, um lugar vazio. Na Europa, o poder só existe como conjunção variada dos poderes autênticos detidos pelas nações (...). Não foram muitas: a Espanha até ao séc. XVI, a França, a Inglaterra, a Áustria, a Rússia, a Prússia e a Alemanha sua continuadora, em seguida. Neste momento nenhuma nação é Europa.

Eduardo Lourenço

An object as tremendous as Europe and as small as a guilty pleasure. The borders are finally open: starting from the Old Continent, an attempt is made to construct a narrative, a multilingual extravagance, a long, colourful and rigged competition. (Pedro Zegre Penim)
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