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JAZZ
LSB
Ciclo "Isto é Jazz?" · Comissário: Pedro Costa
destaque
QUI 28 DE MAIO
Pequeno Auditório
21h30 · Duração: 1h
5€ (preço único)
M6
Fungus (álbum completo)
Walk, Stop, Look and
Walk [live]
(álbum completo)

Folha de sala (pdf)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
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Saxofone tenor e clarinete Fredrik Ljungkvist Contrabaixo Johan Berthling Bateria Raymond Strid

O trio LSB não é apenas mais uma formação da cena sueca do jazz criativo. É uma das de mais longa duração (arrancou em finais da década de 1990), muito embora de então para cá tenha tido períodos de desaparecimento devido à intensa atividade dos seus membros em outros projetos. Além disso, é também uma das que mais se têm destacado, devido ao relevo dos nomes que associa: as presenças de Fredrik Ljungkvist, Johan Berthling e Raymond Strid tornaram-no num supergrupo especialmente procurado e num dos primeiros exemplos em que pensamos quando se refere o "estilo" escandinavo.

Em 2015 terão novo disco, o seu terceiro, dele se esperando mais desenvolvimentos de uma fórmula que muito vem agradando. Intensidade, desmesura, virtuosismo técnico e expressivo e uma enorme dose de irreverência são as características do free jazz melódico e swingante que praticam, seja em modo totalmente improvisado, com composições dos próprios ou indo buscar temas a figuras icónicas como Steve Lacy e Ornette Coleman. Se as referências base dos LSB vêm dos anos 60 do século passado, não se espere deles uma atitude nostálgica: trata-se de música dos nossos dias, permeável a outras influências, acentuadamente europeia e sempre visando a inovação de processos e discursos. Eis uma oportunidade única de os ouvir ao vivo em Portugal.

Originally formed in the late 1990s and composed of Fredrik Ljungkvist (saxophone and clarinet), Johan Berthling (bass) and Raymond Strid (drums), LSB is one of the longest lasting and most creative Swedish jazz bands. The third album of this much sought-after super group is set for release in 2015, promising more of their highly pleasing formula: melodic and swinging free jazz, full of intensity, excess, virtuoso musicianship and a huge dose of irreverence. This is not a nostalgic form of music; instead, it is contemporary and open to other influences, markedly European and always innovative.
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