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DANÇA
La Chance
A partir de uma proposta dirigida por Loïc Touzé
destaque
© Martin Argyroglo (pormenor)VER IMAGEM
SEX 11, SÁB 12
DE SETEMBRO
Palco do Grande Auditório (lotação reduzida)
21h30 · Duração: 1h
15€ · Desempregados e jovens até aos 30 anos: 5€
M12
Na sexta-feira 11, após o espetáculo, haverá uma conversa com os artistas na Sala 1.

Folha de sala (pdf)

La chance
numeridanse.tv
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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Interpretação Loup Abramovici, Ondine Cloez, Audrey Gaisan Doncel, Rémy Héritier, Marlene Monteiro Freitas, Carole Perdereau Cenografia Jocelyn Cottencin Luzes Yannick Fouassier Som Éric Yvelin Olhar exterior Anne Lenglet Coprodução ORO-Loïc Touzé, Théâtre National de Bretagne, Rennes; Théâtre Anne de Bretagne, Vannes; Centre de Développement Chorégraphique, Toulouse; Centre National de Danse Contemporaine, Angers Estreia a 10 de novembro de 2009 no Festival Mettre en Scène, Théâtre de l'Aire Libre, Saint-Jacques de la Lande, França

Que operações faz um intérprete para dançar, verdadeiramente dançar? Mergulha no seu imaginário, tenta abandonar conhecimentos, educação, saber-fazer; aventura-se numa narrativa rítmica, corporal, numa narrativa de sensações. O que encontra nesse processo? A sua memória? O seu futuro? Os que o observam? Para abordar estes estados de dança, praticámos a hipnose e a telepatia; criámos um dispositivo de exposição e de aparição com caraterísticas simples, inventámos um país profundo. As danças que se oferecem umas a seguir às outras são na realidade uma mesma dança incessantemente reinventada. É assim, numa espécie de ritual coletivo que precisa da atenção e acompanhamento de cada um, que a dança pode incarnar-se e revelar o que está antes e depois das nossas expectativas.

Loïc Touzé

 

Loïc Touzé desenvolve a sua atividade a partir da estrutura artística ORO, em Nantes. Tem realizado numerosos projetos em colaboração com artistas do campo coreográfico, da música e das artes visuais. Criou, entre outras, Morceau, LOVE e La Chance. Codirigiu os Laboratoires d'Aubervilliers com Yvane Chapuis e François Piron. Coautor de Nos images com Mathilde Monnier e Tanguy Viel, e GOMME, com Yasmin Rahmani. Trabalhou com os acrobatas da Companhia XY. Criou Ô MONTAGNE em 2013 e FANFARE em 2015. A formação e a circulação da cultura coreográfica têm um lugar central no seu trabalho e ensina regularmente em França e no mundo (nomeadamente em Portugal, no PEPCC – programa de estudo, pesquisa e criação coreográfica, do Forum Dança).

Dancer and choreographer, Loïc Touzé currently works within his Nantes-based association ORO, considering teaching and spreading choreographic culture as essential in his practice. He has already collaborated with a range of choreographers, musicians and visual artists and says that, to truly dance, performers need to delve into their imagination, into a rhythmic, corporal narrative of sensations, disconnecting from their knowledge and education. He uses hypnosis and telepathy to create a simple structure for exhibition and appearance, constantly reinventing a dance in a kind of collective ritual.
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