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JAZZ
Nuno Costa Detox
Ciclo "Jazz +351" · Comissário: Pedro Costa
destaque
© João Messias (pormenor)VER IMAGEM
SEX 9 DE OUTUBRO
Pequeno Auditório
21h30 · Duração: 1h
5€ (preço único)
M6
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
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Trompete João Moreira Guitarra Nuno Costa Voz Rita Maria Piano Óscar Graça Contrabaixo Bernardo Moreira Bateria Bruno Pedroso

Se se tratasse de uma banda de rock, o mais natural seria que se chamasse Toxic. Mas não, o jazz é a linguagem escolhida e o propósito deste grupo formado pelo guitarrista Nuno Costa com alguns dos mais ilustres músicos em atividade na área, designadamente João Moreira (ou Rita Maria, quando o trompete é acompanhado por uma v0z feminina, como é o caso deste concerto), Óscar Marcelino da Graça, Bernardo Moreira e André Sousa Machado (neste concerto substituído por Bruno Pedroso), é limpar as muitas gorduras que se lhe agarraram para ver o que está por baixo. Detox é, de facto, o termo mais correto para indicar esta música que só tem a massa corporal necessária para a distinguir dos muitos produtos de laboratório que há por aí.

Antes de tudo o mais, os Detox libertaram-se dos estereótipos do jazz. Se alguns subsistirem é para que possam "brincar" com eles. O resto veio com muito trabalho de pedra: seis anos, seis para garantir o nível de maturidade e solidez pretendido. Depois dos álbuns Reticências Entre Parêntesis (2009) e All Must Go (2012), o novo CD homónimo do quinteto, Detox, é indubitavelmente um longo passo em frente. Mário Laginha já teve oportunidade de mergulhar na música do álbum e o seu comentário é esclarecedor: «Dá prazer ouvir e nunca é previsível. Não sinto que seja preciso pedir mais de um disco.»

If this were a rock band, its most natural name would be Toxic. But this group formed by guitarist Nuno Costa, João Moreira (in this concert replaced by Rita Maria), Óscar Marcelino da Graça, Bernardo Moreira and André Sousa Machado prefers the language of jazz. Detox is, in fact, ideal for describing their music, which clearly distinguishes itself from today's many laboratory products. If any jazz stereotypes still remain, it is so that they can be "played" with. The rest comes from six years of hard work to gain the desired maturity. Mário Laginha describes their new album, Detox, as a "pleasure to listen to and never predictable."
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