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TEATRO
Adishatz / Adieu
Adeus de Jonathan Capdevielle
destaque
© Alain Monot (pormenor)VER IMAGEM
TER 20, QUA 21 SETEMBRO
Grande Auditório
21h30 · Duração: 50min.
15€ · Jovens até aos 30 anos e desempregados: 5€
M14
Em francês e inglês, com legendas.

Folha de sala (pdf)
Informações
Bilheteira Culturgest
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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Conceção e interpretação Jonathan Capdevielle Luz Patrick Riou Direção técnica Christophe Le Bris Direção de som Johann Loiseau Colaboração artística Gisèle Vienne Olhar exterior Mark Tompkins Assistente de áudio Peter Rehberg Assistente artístico para a digressão Jonathan Drillet Difusão, administração Fabrik Cassiopée (Isabelle Morel e Manon Crochemore) Com a participação de ECUME, grupo coral universitário de Montpellier (direção musical de Sylvie Golgevit com, em alternância, Pierre-Yves Bruzzone, Renaud Lebrun, Paco Lefort, Jean-Luc Martineau, Olivier Strauss, Benoit Vuillon) Ajuda DACM e equipa técnica do Quartz, Scène Nationale de Brest Produção executiva Association Poppydog Coprodução Centre Chorégraphique National de Montpellier no quadro de ]domaines[, Centre Chorégraphique National de Franche-Comté no quatro de accueil-studio e BIT Teatergarasjen Apoio Centre National de la Danse pela disponibilização de estúdios Estreia Janeiro de 2010, Festival C'est de la danse contemporaine, Toulouse

Quando era adolescente, Jonathan Capdevielle decorava e cantava êxitos pop, sobretudo de Madonna. Esse material, transformado e cantado a cappella, junta-se em Adishatz / Adieu aos cantos pirenaicos e a conversas imitadas para formar um autorretrato onde a identidade da personagem se vai revelando: ambivalente, complexa, vulnerável, divertida ou triste, homem ou mulher.

Como notas num caderno, este é um documentário confessional entre a vida real e sonhada – sobre a adolescência, a masculinidade, as raízes e a família.

 

Ator fetiche das peças de Gisèle Vienne (entre as quais Jerk, visto no FIMFA / Teatro Maria Matos em 2011), Jonathan Capdevielle tem também um percurso a solo no qual se destaca o espetáculo que agora apresentamos – e que recebeu o ano passado o Grande Prémio do Festival de Belgrado (BITEF).

 

 

É – tenho de dizer em voz alta? – brilhante (eu achei). (…) É continuamente encantador ao mesmo tempo que é de certa forma ligeiramente sinistro, assustador e repulsivo (no sentido mais literal). É digamos que simultaneamente soft e hard. É tanto absolutamente Queer como de algum modo agressivamente straight e masculino tudo ao mesmo tempo.

Andrew Haydon, Postcards from the Gods, 23 de setembro de 2015

Disco hits, Pyrenean songs and imitated conversations form a self-portrait in which the character's identity is gradually revealed: ambivalent, complex, vulnerable, funny or sad, a man or a woman. Like notes in a notebook, this is a confessional documentary that is somewhere between real and dream life – about adolescence, masculinity, roots and family. Critic Andrew Haydon called it "brilliant", and added: "It's continually charming at the same time as being somehow slightly spooky, scary and repulsive (in the most literal sense). It's kind of *soft* and hard at the same time. It's both absolutely Queer and somehow also aggressively straight and masculine all at once."
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