TEATRO / CIRCO / DANÇA
Hallo
 
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© Augustin Rebetez(pormenor)VER IMAGENS
SEX 10, SÁB 11 MARÇO
Grande Auditório
21h30 · Duração: 1h
20€ · Jovens até aos 30 anos
e desempregados: 5€
M12
Informações e reservas
Bilheteira Culturgest
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Ticketline
Reservas e informações:
1820 (24 horas)
Pontos de venda: Agências Abreu, Galeria Comercial Campo Pequeno, Casino Lisboa, C.C. Dolce Vita, El Corte Inglés, Fnac, Megarede, Worten e www.ticketline.sapo.pt
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Zimmermann & de Perrot beneficia de um contrato de cooperação de financiamento entre a cidade de Zurique Assuntos Culturais, o departamento de Assuntos Culturais do Cantão de Zurique e a Fundação Suíça para a Cultura – Pro Helvetia.

Zimmermann & de Perrot tem o apoio da Fondation BNP Paribas desde 2006 para o desenvolvimento dos seus projetos.

apoio
Conceito, encenação, cenário, coreografia e interpretação Martin Zimmermann Dramaturgia Sabine Geistlich Desenvolvimento do cenário, coordenação técnica Ingo Groher Criação musical Colin Vallon Assistente de encenação e coreografia Eugénie Rebetez Figurinos Franziska Born Luz Sammy Marchina Som Andy Neresheimer Direção de cena, figuração Roger Studer Programação da maquinaria Sarah Büchel Direção artística Martin Zimmermann Produção Verein Zimmermann & de Perrot Coprodução Châteauvallon – Centre National de Création et Diffusion Culturelles; Espace Jean Legendre, Compiègne – scène nationale de l'Oise en préfiguration; KVS – Koninklijke Vlaamse Schouwburg; La Filature, scène nationale – Mulhouse; Le Merlan, scène nationale à Marseille avec Pôle Cirque Méditerranée (CREAC de Marseille, Théâtre Europe, La Seyne sur Mer); Le Volcan, scène nationale du Havre; Les Théâtres de la Ville de Luxembourg; Maillon – Théâtre de Strasbourg – Scène européenne; Pour-cent culturel Migros; Theater Casino Zug; Théâtre de la Ville, Paris; Théâtre Vidy-Lausanne; Zürcher Theater Spektakel Com o apoio de Ernst Göhner Stiftung Agradecimentos Schauspielhaus Zürich Residência de final de criação Théâtre Vidy-Lausanne Estreia 4 de novembro de 2014

Ao cabo de 20 anos de carreira, grande parte dela trabalhando em conjunto com Dmitri de Perrot, o suíço Martin Zimmermann, formado pelo Centre National des Arts du Cirque, cria, em 2014, o seu primeiro (até agora único) espetáculo a solo, este extraordinário Hallo.

Martin forma um personagem com um corpo de boneco articulado e a agilidade de um contorcionista, um tipo ingénuo e desastrado que faz rir sem querer, que mora numa pequena caixa de madeira e sai dela para entrar num cenário que lembra uma montra de loja.

O cenário, e os objetos vários que nele vão surgindo, têm vida própria e passam o tempo a pregar-lhe partidas, colocando-o em situações embaraçantes, desconfortáveis e divertidas, de onde dificilmente sai. Mas sai, porque a sua destreza ingénua é bastante para triunfar. Há um bocadinho de cenário que frequentemente se ri do personagem, amesquinhando-o. Ele faz de conta que não percebe.

O espetáculo resulta dos choques múltiplos entre o homem e as suas diversas personalidades, ou aparências, e o cenário e adereços. A esses personagens por que o artista se multiplica, acrescem outros que são extensão do seu corpo, representados por um manequim, jogos de espelhos, ou mesmo pela breve aparição de um duplo. Martin procurou dar vida às múltiplas maneiras de sermos nós próprios. Com a sua dramaturgista, que com ele concebeu o espetáculo, tentou "desenhar com delicadeza o esboço de uma vida".

Hallo (Olá) é a única palavra que se ouve durante todo o espetáculo e ainda assim, só por três vezes. Para chamar a atenção de alguém que não se sabe quem é. Gostávamos que fossem atraídos por esse chamamento, porque verão coisa que nunca viram, que está entre o céu e a terra, entre o sono e a realidade, entre a fantasia e a vida.

In 2014, after a twenty-year career, the Swiss performer Martin Zimmermann created this hilarious Hallo. Martin forms a naïve, clumsy character, with the articulated body of a doll and the agility of a contortionist, who lives in a small wooden box. The objects around him have a life of their own and place him in some uncomfortable and embarrassing scrapes, which he always manages to get out of. Martin has sought to give life to our multiple ways of being ourselves, in an unprecedented show, between heaven and earth, dream and reality, fantasy and life.
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