JAZZ
Akosh / Benjamin Duboc
Ciclo “Isto é Jazz?” · Comissário: Pedro Costa
destaque
© Matthias Creutziger (pormenor)VER IMAGENS
SÁB 2 DEZEMBRO
Pequeno Auditório
21h30 · Duração: 1h
6€ (preço único)
M6
 
Informações e reservas
Bilheteira Culturgest
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Ticketline
Reservas e informações:
1820 (24 horas)
Pontos de venda: Agências Abreu, Galeria Comercial Campo Pequeno, Casino Lisboa, C.C. Dolce Vita, El Corte Inglés, Fnac, Megarede, Worten e www.ticketline.sapo.pt
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Saxofone tenor Akosh Contrabaixo Benjamin Duboc
Depois de duos com Joelle Léandre, Gildas Etevenard, Denis Charolles, Sylvain Darrifourcq e Valentin Ceccaldi, eis que Akosh S., músico húngaro implantado bem no centro da cena francesa da improvisação e do jazz criativo – exilou-se no Hexágono quando a Hungria vivia em pleno regime totalitário –, enceta uma nova parceria, desta vez com o contrabaixista Benjamin Duboc. O mesmo multi-instrumentista que tocou com duas figuras de topo do free jazz original, Dewey Redman e Don Moye, e colaborou com a banda de rock Noir Désir, encontra neste novo empreendimento uma via mais para expressar o seu estilo único e fortemente influenciado pela tradição popular do seu país de origem, colocando em jogo o livre abstracionismo do fraseado pós-coltraneano e um especial gosto pelas melodias folclóricas. Pelo seu lado, Duboc encontra nesta dupla uma diferente oportunidade de traduzir na prática o conceito de que improvisar é "tocar o que se ouve" e "estar totalmente no presente", explorando fatores como a fluidez dos discursos e a diluição de elementos nas tramas construídas, bem como opondo noções como complexidade e simplicidade, sentido composicional e intensidade expressiva.
Akosh is a Hungarian improviser and jazz multi-instrumentalist who fled the totalitarian regime and sought exile in France, having since played with Dewey Redman and Don Moye, as well the rock band Noir Désir. His new partnership with double bass player Benjamin Duboc, offers him a way to express his unique style (heavily influenced by his country of origin), developing the free abstractionism of post-Coltrane phrasing and his taste for folk tunes. In turn, Duboc has the chance to put into practice his concept that improvising is "playing what you hear" and "being totally in the present".
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