OFICINAS Destinatários: dos 6 aos 8 (frequência do 1.º ciclo) e dos 9 aos 12 anos
Férias de verão na Culturgest
Laboratórios de espetáculos em fase de criação
destaque
Oficina Epicentro, de Nuno Figueira, Rita Sales e Susana Alves (junho, 2016) © Mana (pormenor)VER IMAGEM
DE 26 DE JUNHO A 21DE JULHO
DE 4 A 8 DE SETEMBRO
Manhãs: das 10h às 13h Tardes: das 14h30 às 17h30
50€ (5 manhãs ou 5 tardes) Marcação prévia
Lotação: 16 participantes

Para os meninos que estão inscritos o dia inteiro, temos disponível um serviço de acolhimento durante a hora de almoço (sem refeição incluída).
2€ (valor diário)

Prolongamento de horário:
Manhãs: das 9h às 10h
Tardes: das 17h30 às 18h30
2€ (valor por prolongamento)

Sem descontos.
Outras informações
Serviço Educativo – Culturgest
21 761 90 78
(dias úteis: 9h30-11h30 / 16h-17h)
culturgest.servicoeducativo@cgd.pt
Tripadvisor
Mais opiniões sobre Culturgest.

Propomos às crianças que contactem com os artistas que vão conceber e apresentar alguns dos espetáculos e oficinas para famílias da nossa programação.

 

De 26 a 30 de junho dos 9 aos 12 anos

Jardim-Poema, com Ana Teresa Magalhães e Leonor Cabral

Descobrir poesia no jardim e jardins na poesia é a proposta para as oficinas de verão Jardim – Poema. Um encontro com o exterior e a palavra desenhada, escrita, lida e cantada. Convida-se assim a sentir o jardim, as suas cores, texturas, cheiros, sons, aliando a expressão plástica e dramática na experimentação e perceção de diferentes lugares poéticos.

Das 10h às 13h

Polifonia em movimento (expressão dramática), com Leonor Cabral

Habitando o cenário da natureza, vamos trabalhar a ideia de um corpo e de uma voz coletiva, procurando inspiração em poemas e em elementos sonoros do jardim. Vamos combinar sons, palavras e gestualidade, criando uma polifonia poética em movimento pelo jardim!

Das 14h30 às 17h30

Espaços entre Poesias (expressão plástica), com Ana Teresa Magalhães

De poema em poema, de desenho em desenho, vamos descobrir espaços que existem entre palavras e plantas, entre gestos e construções. Ao longo da semana encontraremos pontes e caminhos que nos vão permitir atravessar os dias com poesia e traçar novos rumos criativos.

 

De 3 a 7 de julho

Mutirão, de Mariana Lemos

Mutirão é uma mobilização artística, coletiva e colaborativa para a criação de um espetáculo para todas as idades. Um acontecimento aberto que se desenrola num jardim, à medida que construímos e desmanchamos uma casa-cena. (Espetáculo apresentado entre junho e julho.)

Das 10h às 13h

6/8 Oficina de corpo e construção, com Sara Jaleco e Etienne Gentil

9/12 Oficina de desenho e corpo, com Mariana Lemos e Catherine Boutaud

Das 14h30 às 17h30

6/8 Oficina de desenho e corpo, com Mariana Lemos e Catherine Boutaud

9/12 Oficina de corpo, com Márcia Lança e Lysandra Domingues

 

De 10 a 14 de julho

Da boca para as mãos, de Trupe dos Bichos

É pela boca que temos notícia do som primeiro, e este transforma-se sem descanso: pela manipulação instrumental em primeira mão, em formas visuais através da projeção de materiais plásticos depois, e regressando ao verbo em seguida, já cheio de novas reverberações, cores, e emoções. Histórias contadas a quatro mãos e uma voz: a contadora, o músico, o artista plástico, que desenha na areia...

 

De 17 a 21 de julho

Poemas para bocas pequenas, de Margarida Mestre
Oficina inspirada no espetáculo Poemas para bocas pequenas de Margarida Mestre e António Pedro. O espetáculo que foi construído a partir de poemas de autores portugueses, de visitas ao Cancioneiro Popular Português e de pequenas pontes verbais que aconchegam a lógica que guia o corpo, a linguagem, o pensamento e a imaginação numa viagem que queremos plena de experiências musicais e sensoriais.

 

De 4 a 8 de setembro

O Banquete, de Ana Teresa Vaz e Joana Barros
Partimos de várias questões que nos podem ser colocadas pelo livro O Banquete de Platão, sobretudo a questão do Belo: O que é o Belo? E, em contraponto, o que é o Feio? São questões que ainda fazem sentido colocar quando vemos uma obra de arte contemporânea? Cada um de nós terá o seu ponto de vista sobre o Belo e o Feio de uma obra de arte e por sua vez da arte contemporânea em si. Desta maneira, pretendemos criar o nosso próprio banquete filosófico, onde o que nos alimenta é a arte contemporânea e mais precisamente o título do livro de Platão, que será uma das premissas para abrir o debate filosófico: "Do que é que achas que fala este livro?"

© 2017 Culturgest