MÚSICA
Oy Division
 
destaque
© Georges Braunschweig (pormenor)VER IMAGEM
QUI 15 MARÇO
Grande Auditorio
21h30 · Duração: 1h30
15€ .· Jovens até 30 anos e desempregados: 5€
M6
Informações
Bilheteira Culturgest
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Ticketline
Reservas e informações:
1820 (24 horas)
Pontos de venda: Agências Abreu, Galeria Comercial Campo Pequeno, Casino Lisboa, C.C. Dolce Vita, El Corte Inglés, Fnac, Megarede, Worten e www.ticketline.sapo.pt
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Clarinete, percussão e voz Eyal Talmudi Acordeão, badchan Assaf Talmudi Violino, voz Gershon Leizerson Contrabaixo Avichai Tuchman
Apoio Embaixada de Israel em Portugal

Há dois anos, os Oy Division incendiaram a plateia do Grande Auditório da Culturgest com a sua música klezmer. Dedicados à interpretação da música judia da Europa de Leste dos séculos XVIII e XIX, tocam e cantam músicas de casamento, canções folclóricas, canções de teatro iídiche, como elas devem ser tocadas: com rudeza, rapidez, nervo, sem floreados.

Gershon Leizerson, violinista, cantor e compositor, Assaf Talmudi, acordeonista, compositor, produtor e investigador, Eyal Talmudi, saxofonista e clarinetista, músico de jazz e de rock alternativo, Avichai Tuchman, contrabaixista, multi-instrumentista, formado em jazz e em música contemporânea, todos nascidos em Israel nos anos de 1970, reuniram-se em 2005 para reinventar uma tradição musical centenária, de origem judaica, mas com influências das músicas russa, polaca, turca, grega e, sobretudo, cigana. Desde então, editaram três álbuns que foram recebidos com elogios eufóricos, e apresentaram-se em digressões pelo mundo inteiro.

O gemido do violino, a lamentação do clarinete, o ritmo do acordeão, os gritos em iídiche e russo das vozes, revelam a impossibilidade de determinar se esta música é tragicamente feliz ou tristemente burlesca. Facto é que, quando tocam ao vivo, é difícil ficar sentado...

Two years ago, Oy Division set the audience at Culturgest alight with their Jewish klezmer music from the 18th and 19th centuries: wedding music, folk songs, Yiddish theatre songs, played hard and fast without any frills. All born in Israel in the 1970s, they came together in 2005 to reinvent an age-old musical tradition with Jewish origins, but in uenced by Russian, Polish, Turkish, Greek and, above all, gypsy music. After three albums and several world tours, it is hard to decide whether their music is tragically happy or sadly burlesque, but, when they play live, it’s hard to stay seated...

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