EXPOSIÇÃO
Contra a Abstracção
Obras da Coleção da Caixa Geral de Depósitos
DE 7 JULHO A 27 OUTUBRO
Inauguração:
7 de julho, 16h30
Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor
Entrada gratuita

Segunda-feira a sábado
exceto feriados
10h às 13h e 14h às 18h

Av. da Liberdade, 64 F
7400-218 Ponte de Sor
Tel. 242 292 070
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Júlia Ventura. Sem título, 1989 © Culturgest VER IMAGEM
Curadoria Sandra Vieira Jürgens
Com obras de Álvaro Lapa, Ana Jotta, Ana Maria Tavares, Ana Miranda Rodrigues, Ângela Ferreira, Ângelo de Sousa, António Ole, António Palolo, Bartolomeu Cid dos Santos, Bruno Pacheco, Cruzeiro Seixas, Dick Arentz, Edgard de Souza, Eduardo Batarda, Ernesto de Sousa, Espiga Pinto, Fernanda Fragateiro, Fernando Calhau, Francisco Rocha, Gerardo Burmester, Godfrey Frankel, Isabel Pons, Jac Leirner, João Paulo Feliciano, Joaquim Rodrigo, Jorge Pinheiro, José Loureiro, José Manuel Rodrigues, Júlia Ventura, Kees Scherer, Leonel Moura, Luís Demée, Manuela Almeida, Margarida Reis, Pedro Casqueiro, Pedro Cabrita Reis, Pedro Diniz Reis, Peter Fink, Pires Vieira

A exposição Contra a Abstracção estrutura-se em torno de um dos principais conceitos sobre os quais repousa a articulação discursiva comum da História da Arte. Não obstante o título colocar a abstracção sob crítica e suspeita, esta exposição propõe um exercício de debate, de activação de uma linguagem que oscila continuamente entre momentos de crise e superação, criando um espaço de revisão alargada e análise plural e multidireccional do conceito, a partir de um núcleo abrangente de obras da Coleção da CGD. Esta aproximação a uma linguagem artística crucial do século XX não pretende ter um âmbito histórico mas temático, focando os seus múltiplos modelos, por vezes contraditórios, as relações magnéticas, os diálogos, os questionamentos, os desvios e as interferências que se produzem com essa tradição.

Um projecto que aborda a linguagem abstracta com uma perspectiva contemporânea, que ambiciona rever e relativizar certezas, abordar novas tensões e vislumbrar novos horizontes, estabelecendo novas pontes conceptuais entre as obras em exposição, seguindo sempre um efeito de contágio e cumplicidade entre mundos diferentes, tecendo tanto os fios visíveis como invisíveis que ligam as obras e nos conduzem de um artista a outro.

Sandra Vieira Jürgens
(a autora escreve segundo o antigo Acordo Ortográfico)

Against Abstraction looks at the main concepts behind the common discourse of Art History. Not a historical, but a thematic exhibition, it focuses on art's multiple and sometimes contradictory models, its deviations from, and interferences with, tradition. Although the title calls abstraction into critical question, it seeks to start a debate, activating a language that constantly oscillates between crises and overcoming them, creating room for a broad, plural and multidirectional analysis of the concept, based on a comprehensive sample of works from the Coleção da Caixa Geral de Depósitos.

Sandra Vieira Jürgens

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