Uma experiência
a três tempos

Depois de, na primeira edição do projeto, termos convidado Capicua a trabalhar com jovens na escrita e composição musical, damos continuidade à iniciativa com novos artistas e novos participantes.
Nesta segunda edição, junta-se Xullaji, nome central do hip-hop português, que ao longo de várias sessões, orientou três grupos de jovens escrita, exploração do improviso e composição. As sessões foram também acompanhadas por Beatriz Pessoa, em Lisboa, Bruno Pinto, em Viseu e Tiago Sampaio, em Braga.
No microsite dedicado ao projeto fomos saber mais sobre o processo de trabalho junto dos participantes.

“Apesar de estar habituada a escrever, tanto poemas como texto narrativo, foi desafiante escrever texto de forma a que encaixasse com a música.”

Olívia Candeias (Braga)

 

 

“É a sensação rara de estar no sítio certo, com as pessoas certas. (…) ”

Miguel Coelho (Braga)

 

 

 

“Os melhores momentos foram quando se notava que estávamos orgulhosos da nossa criação."

Ásia Galante (Lisboa)

 

 

“O melhor momento foi quando começámos a avançar no projeto, a escrever e a perceber o que cada um de nós ia fazer.”

Mariana Duarte (Lisboa)

 

 

 

“Eu inscrevi-me porque já fazia beats há mais ou menos um ano e sempre gostei imenso do trabalho do Xullaji, sempre foi uma grande inspiração para mim.”

Cisco (Lisboa)

 

 

 

“O momento mais difícil foi quando faltava alguma pessoa do grupo e fazia com que o projeto não avançasse em alguns momentos.”

Susana Carriço (Lisboa)

 

 

Uma palavra para Três Tempos

Descobrir o processo por trás do projeto

Letras ou melodias?

Casa Forte com Beatriz Pessoa

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Compartimento muito seguro, de banco ou empresa, onde se guardam dinheiro, documentos ou objectos de valor.
Casa Forte #40 | Beatriz Pessoa | 2026
Vídeo: Joana Linda
FICHA TÉCNICA

FOTOS
Beatriz Pequeno

EDIÇÃO
Carolina Luz

REVISÃO DE CONTEÚDOS
Catarina Medina

DESIGN E WEBSITE
Studio Macedo Cannatà & Queo