ESCAPE AND REFUGE

ESCAPE AND REFUGE

Dénètem Touam Bona

ESCAPE AND REFUGE

Dénètem Touam Bona

In a world that continues to put up borders, in which the current environmental situation is becoming more extreme and in which the flow of people is constant, Dénètem Touam Bona reflects on the need for escape and refuge from the perspective of all living beings, not just humans. 

In this composition created as an escape in minor mode – Dénètem's preferred expression when referring to his interventions – the emphasis will be on the need to rethink what a refuge is in a world that continues to put up walls and control people’s movements in ever more sophisticated ways. 

Dénètem Touam Bona is a thinker with a cross-border identity who strives to build bridges between different worlds. Dénètem regularly collaborates with the Institut du Tout-Monde (dedicated to the work of Edouard Glissant), is a curator and author, and turns “marronnage” (the escape of slaves and the arts they employed to escape) into a philosophical subject, a utopian experience serving as a basis to reflect on the contemporary world.

© F Boyer.

19 MAY 2022
THU 18:30

Small Auditorium
Free Entry*
Duration 2h

*with ticket pickup 30 min. before the session starts (subject to room capacity)

Biografia Dénètem Touam Bona

Nascido em Paris, de pai centro-africano e mãe francesa, Dénètem Touam Bona faz parte dos autores afropeus, de identidade fronteiriça, que procuram lançar passarelas entre mundos distorcidos, anda hoje, pela “linha de cor”.  Nas suas obras e projetos, a "marronnage" (a fuga e as artes de se esquivar dos escravos) torna-se um objeto filosófico por si só, uma experiência utópica a partir da qual pensar sobre o mundo contemporâneo. Colaborador regular do Institut du Tout-Monde (dedicado à obra de Edouard Glissant), curador e autor de três livros: Fugitif, où cours-tu? (2016), Cosmopoéticas do Refúgio (2020, Brasil) e Sagesse des lianes. Cosmopoétique du refuge (2021), nos últimos anos, tem colaborado regularmente em projetos criativos, principalmente como dramaturgo. Entre essas colaborações, destacam-se dois filmes com os realizadores Elisabeth Perceval e Nicolas Klotz: "L’héroïque lande" [a terra heroica] (3:45, Shellac, 2017) e “Fugitif, où cours-tu ?" [Fugitivo, para onde corres?] (84 ', Arte, 2018), dedicado à “selva" de Calais. Com o seu trabalho dramatúrgico junto do diretor martinicano Patrice Le Namouric (2019), Dénètem propôs uma leitura afrofuturista e distópica (antropoceno / fascista) de Calígula, a peça de Albert Camus (https://tropiques-atrium.fr/spectacle/caligula/) Em 2020, Dénètem abordou novamente a questão do Antropoceno e o sentido da vida através de uma colaboração com a coreógrafa da Ilha da Reunião, Florence Boyer. Através do seu trabalho dramatúrgico, mobilizou figuras como a trepadeira, a sombra, a aranha, garantindo que toda a peça se entrelaça-se num jogo de cordas acionado por corpos transfigurados (http://www.artmayage.fr/album/demaye/) No seu último projeto de criação, "A sabedoria das lianas", uma exposição coletiva (19 de setembro de 2021 - 9 de janeiro de 2022) no Centre Internationale d'Art et du Paysage de Vassivière, da qual foi curador, Dénètem procurou implementar um "refúgio cosmopoético".

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