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Juan Araujo

Juan Araujo

El jardín de los senderos que se bifurcan

Juan Araujo

El jardín de los senderos que se bifurcan

Urban Archeology of Centro Simón Bolívar (Revista Elite, Caracas, January 21, 1967) of Luis Molina Pantin - Painting Version, 2018. Óleo sobre tela. Cortesia do artista..
© Culturgest, 2018. Vera Marmelo.
© Culturgest, 2018. Vera Marmelo.
© Culturgest, 2018. Vera Marmelo.
© Culturgest, 2018. Vera Marmelo.

Curadoria: Delfim Sardo 

Artista venezuelano atualmente residente em Portugal, Juan Araujo (1971) tem vindo a desenvolver um trabalho em pintura e desenho definindo um mapa de relações que oscilam entre a história da arte recente, sobretudo a memória do modernismo, a arquitetura moderna – com uma tónica na arquitetura moderna do Brasil e da América Latina –, e o pensamento sobre o labirinto de referências que definem os processos criativos. Cada exposição de Araujo é uma floresta de conexões e remissões, um palimpsesto de narrativas para a obra de arquitetos como Luis Barragán, Pancho Guedes, Burle Marx ou Lina Bo Bardi e de artistas como Mark Rothko ou, mais recentemente, Jorge Molder, que vão constituindo um mapa cultural ou um imenso cabinet d’amateur.

A própria estrutura da exposição que o artista apresenta na Culturgest – concebida como uma instalação e centrada na ideia da apropriação da figura central das segundas vanguardas, Roy Lichtenstein – torna-se num jogo de reconhecimentos para o espectador.

Delfim Sardo apresenta a exposição de Juan Araujo na Culturgest

20 OUT 2018
– 6 JAN 2019

Galeria
4€
Entrada gratuita aos domingos

INAUGURAÇÃO

SEX 19 OUT 22:00

VISITAS AOS SÁBADOS

20 OUT 16:00 com Juan Araujo
10 NOV 17:00 com Delfim Sardo
3 NOV, 24 NOV, 8 DEZ 17:00 com Ana Gonçalves

VISITAS Á HORA DE ALMOÇO

29 NOV 13:00 com Delfim Sardo
25 OUT, 8 NOV, 22 NOV, 13 DEZ 14:00 com Ana Gonçalves

VISITAS ORGANIZADAS

Mediante marcação:
Tel. 21 761 90 78
culturgest.participar@cgd.pt

25 Anos Culturgest

A Culturgest abre esta temporada no início de outubro, 25 anos depois da sua inauguração. Ao longo deste período, a Culturgest teve um papel significativo no desenvolvimento do tecido artístico que carateriza a cidade de Lisboa. Acompanhou o trabalho de encenadores e coreógrafos, produzindo novas criações e apresentando-as a um público crescente, encomendou obras a artistas visuais, organizando exposições individuais e coletivas, realizou concertos de música, do fado ao jazz, das músicas do mundo à música erudita, sempre com um olhar atento aos desenvolvimentos nacionais e internacionais. Ao longo dos anos, este programa artístico tem sido acompanhado por uma programação de conferências e debates e uma oferta diversificada de oficinas, visitas guiadas, encontros e espetáculos para escolas e famílias.

Para celebrar o seu 25.º aniversário, a Culturgest apresenta um programa com alguns dos nomes de maior destaque na criação e no pensamento contemporâneos. As festividades abrem com a estreia europeia do concerto Konoyo do músico canadiano Tim Hecker, acompanhado por um ensemble de música Gagaku do Japão, e continuam com o delicioso Bal Moderne, que regressa à Culturgest passados dez anos. Para um Mundo sem Fronteiras é o título da palestra que o pensador camaronês Achille Mbembe apresenta, numa das análises mais lúcidas e influentes do atual mundo pós-colonial e multicêntrico. As suas teses encontram ressonâncias no trabalho do artista plástico franco-argelino Kader Attia, que se apresenta na Culturgest com a sua primeira exposição individual em Portugal. Em simultâneo, apresenta-se o trabalho do artista venezuelano, residente em Lisboa, Juan Araujo. Um dos pontos altos do programa 25 anos Culturgest é, sem dúvida, a peça Os Seis Concertos Brandeburgueses, a maior coreografia de sempre de Anne Teresa De Keersmaeker, executada por dezoito bailarinos da companhia Rosas e pelo ensemble de música barroca B’Rock, que interpreta a obra-prima de J.S. Bach ao vivo. Para finalizar, dois projetos participativos: Coletivo de Curadores, um grupo de colaboradores da Caixa Geral de Depósitos vai conceber e montar uma exposição a partir da coleção de arte contemporânea da CGD, com a ajuda da curadora Filipa Oliveira; de seguida a Culturgest convida organizações, escolas e associações locais para criar e manter 25 espaços verdes na zona envolvente do edifício-sede da CGD.

Com o apoio do Ministério Federal das Relações Externas e do Goethe-Institut Portugal

Interartis
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